Após falta de fórmulas, mulher é flagrada vendendo leite do SUS pelo WhatsApp
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A venda irregular de fórmula infantil distribuída pelo SUS em Aparecida de Goiânia entrou na mira das autoridades e ganhou ainda mais peso por acontecer em meio às reclamações sobre falta desses produtos na rede pública. Em ação integrada, a Prefeitura de Aparecida, por meio das secretarias de Saúde e Segurança Pública, via Guarda Civil Municipal, atuou com a Polícia Civil de Goiás, por meio da 3ª Delegacia de Polícia, para apurar a oferta de latas em grupo de aplicativo de mensagem.
Segundo as apurações, a suspeita surgiu após o compartilhamento de informações entre as forças de segurança e a equipe técnica da Secretaria Municipal de Saúde. A análise ajudou a identificar os produtos e confirmar que os itens oferecidos para venda pertenciam ao programa público de assistência nutricional do município.
Durante as diligências, os agentes localizaram as fórmulas e identificaram a mulher apontada como responsável pela oferta. Os produtos foram apreendidos para proteger o interesse público e impedir a continuidade da prática. Depois de ser ouvida pela autoridade policial, ela foi liberada. O caso segue sob investigação.
Ação aumenta cobrança por controle dos insumos
A Polícia Civil agora deve aprofundar a apuração para entender as circunstâncias do caso e verificar se há outras pessoas envolvidas. Cerca de 15 beneficiários do programa estão sendo monitorados pelas autoridades. A suspeita é grave porque essas fórmulas são entregues gratuitamente para crianças que dependem desse suporte alimentar e costumam ter preço alto fora da rede pública.
O comandante da GCM destacou, em posicionamento repassado pelas autoridades, que a atuação conjunta buscou proteger o patrimônio público e garantir que os insumos cheguem a quem realmente precisa, principalmente às crianças atendidas pelo programa.
Caso se soma à falta de fórmulas já denunciada
A nova investigação surge poucos dias depois de o portal mostrar a denúncia de mães sobre a falta de fórmulas na Farmácia Distrital de Aparecida de Goiânia. Na reportagem anterior, famílias relataram dificuldade para conseguir produtos como o próprio Pregomim, que era comercializado pela suspeita, além da ausência de outros insumos importantes.
Com a descoberta de fórmula do SUS sendo anunciada para venda, o caso amplia a pressão por mais fiscalização e melhor controle da distribuição em nossa cidade. O problema agora não envolve apenas o abastecimento, mas também a destinação correta de um item essencial para a saúde infantil. Vamos esperar que a investigação avance e que os produtos cheguem, de fato, às famílias que dependem do serviço público.
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