Diretor da Aparecidense aposta na base para se manter na Série D

Aparecidense x Luverdense
O Camaleão perde em casa para o Luverdense no Brasileirão Série - D. Foto: Yago Gelabert/Aparecidense

A Aparecidense entra na Série D com um recado claro para o torcedor de Aparecida de Goiânia: o clube quer transformar a permanência no Goianão em ponto de partida para uma campanha mais segura no cenário nacional. Em entrevista o coordenador técnico Zé Carlos avaliou a temporada 2026, falou sobre as dificuldades financeiras enfrentadas pelo Camaleão e destacou a importância da base no planejamento do futebol.

O primeiro ponto citado pelo dirigente foi a permanência da Aparecidense na Série A do Campeonato Goiano. Segundo ele, o clube começou o Goianão com limitações no orçamento e precisou montar um trabalho cuidadoso para não comprometer a temporada. A troca no comando técnico, com a saída de Renan Brito e a chegada de Augusto Fassina, não mudou a linha de atuação da equipe.

A meta principal era evitar a queda. O objetivo foi alcançado no quadrangular do rebaixamento, especialmente nos confrontos contra o Centro-Oeste. Para a Aparecidense, seguir na elite estadual garante calendário, visibilidade e melhores condições para planejar o restante do ano.

Base ganha espaço no elenco profissional

Outro ponto forte da entrevista foi a integração dos jogadores da base ao time principal. O clube trabalhou com atletas jovens desde a chegada do coordenador técnico, em outubro, e alguns nomes seguem no grupo que disputa a Série D.

Entre eles estão Luiz Felipe, zagueiro canhoto que chamou atenção da comissão, além de Cleuber e Pedro Vitor, jogadores vindos do Sub-20. A ideia é aproximar cada vez mais a base do profissional, tanto para ajudar dentro de campo quanto para formar atletas que possam render frutos ao clube no futuro.

A Aparecidense também tem adotado um elenco mais enxuto. O grupo profissional deve trabalhar com cerca de 30 a 32 jogadores, incluindo quatro goleiros. A escolha passa pelo limite financeiro do clube, mas também pela busca de uma gestão mais próxima dos atletas e da comissão técnica.

Foco agora é campanha competitiva na Série D

Com a permanência no Goianão garantida, o Camaleão volta suas atenções para a Série D. O coordenador técnico avalia que a equipe tem condições de fazer uma competição equilibrada, desde que mantenha organização, intensidade e boa preparação.

Ele também destacou que o futebol atual exige mais do que qualidade com a bola nos pés. Na avaliação do dirigente, parte física, entendimento tático e preparo mental são pontos cada vez mais importantes para atletas da base e do profissional.

Agora precisamos acompanhar como a Aparecidense vai responder dentro de campo na sequência da Série D. Até o momento, o Camaleão vai bem, aparecendo em segundo lugar do seu grupo com 10 pontos em 6 jogos, faltando quatro jogos para o fim da primeira fase. Lembrando que os 4 primeiros de cada grupo vão para a próxima fase de mata-mata.

A entrevista completa com o coordenador técnico foi publicada pelo GYN Notícias e pode ser lida neste link.

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