Prefeitura faz blitz na Avenida Tapajós e cobra calçadas livres na Vila Brasília

Veículo da SMTA utilizado durante a operação.
Blitz na Vila Brasília apreendeu materiais e cobrou passagem segura. (Foto: Rodrigo Estrela/SECOM)

A Prefeitura de Aparecida de Goiânia realizou, nesta sexta-feira (9), uma operação na Avenida Tapajós, no setor Vila Brasília, para coibir a obstrução irregular de calçadas. A equipe buscou assegurar uma faixa mínima de 2 metros para circulação de pedestres, com foco em trechos próximos a pregões onde comerciantes costumam expor produtos e instalar materiais de sinalização e propaganda.

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A Secretaria de Trânsito e Mobilidade concentrou a ação na Tapajós por causa do fluxo intenso de pessoas e da ocupação recorrente do passeio. Os agentes atuaram com apoio da Regulação Urbana e da Guarda Civil Municipal. A equipe identificou obstáculos que reduziam a passagem e empurravam pedestres para a rua, sobretudo em horários de maior movimento.

Durante as abordagens, os fiscais orientaram comerciantes e responsáveis pelos pontos. A maioria dos casos terminou em advertência verbal, porém a equipe também recolheu objetos que impediam a circulação, como cones, cavaletes e estruturas de publicidade. A prefeitura argumenta que manter calçadas livres reduz quedas, facilita o trajeto diário e melhora o acesso a estabelecimentos sem criar barreiras.

Multas e regras previstas

A fiscalização informou que o Código de Trânsito Brasileiro prevê multa acima de R$ 1,4 mil para quem obstrui via ou passeio, conforme o artigo 246. O município também aplica penalidades pela regulação urbana. Nesse caso, a infração pode gerar multa mínima de R$ 813,60, além disso sujeitando o responsável a outras medidas administrativas conforme a gravidade.

A gestão explicou que o objetivo não é “pegar” quem trabalha na região, e sim reorganizar o espaço público. A orientação é simples: exposição de mercadorias, placas móveis e sinalizações improvisadas não podem tomar o caminho do pedestre. A equipe destacou que calçadas livres garantem o direito de ir e vir com segurança, principalmente para quem tem mobilidade reduzida.

Passagem segura para todos

A operação também mirou acessibilidade. O município reforçou que cadeirantes, pessoas idosas e quem circula com carrinho de bebê sente primeiro o impacto de uma calçada estreita ou bloqueada. Por isso, a prefeitura afirmou que vai manter um cronograma de novas ações em outros pontos da cidade, em seguida ampliando o controle onde houver reincidência.

A recomendação do poder público é que estabelecimentos organizem vitrines e mostruários dentro dos limites do imóvel. A prefeitura sustenta que essa mudança evita conflitos e preserva a circulação. Por fim, a administração defende que as calçadas livres ajudam a reduzir riscos e tornam a rotina mais simples para quem atravessa a Avenida Tapajós todos os dias.

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