Ovitrampas aceleram combate à dengue nos bairros; veja como funciona o método

Foto da ovitrampas.
Armadilhas ajudam a mapear focos do Aedes e já somam 86.859 ovos coletados desde setembro de 2025. (Foto: Reprodução)

A Prefeitura de Aparecida de Goiânia intensificou o enfrentamento ao Aedes aegypti com o método ovitrampas, uma tecnologia que permite acompanhar de forma mais precisa onde o mosquito tem se reproduzido. A iniciativa, conduzida pela Secretaria Municipal de Saúde de Aparecida de Goiânia, mira a prevenção de doenças como dengue, zika e chikungunya e, sobretudo, busca acelerar a resposta antes que o problema se espalhe.

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As ovitrampas funcionam como armadilhas simples e seguras, instaladas em pontos estratégicos para indicar a presença do vetor. Com esses dados, as equipes de Vigilância Ambiental conseguem direcionar visitas, orientações e ações de controle para as áreas com maior risco, ou seja, reduzindo o tempo entre o alerta e a intervenção.

ovitrampas
Tecnologia simples e segura direciona o combate à dengue para áreas com maior risco de infestação

O que os números mostram

Desde setembro de 2025, o município já coletou 86.859 ovos do Aedes aegypti, indicador que reforça a necessidade de monitoramento contínuo com as ovitrampas. Atualmente, 67 armadilhas estão distribuídas em quatro regiões da cidade:

  • Expansul
  • Independência
  • Colina Azul
  • Sítio Santa Luzia

Expansão para novos bairros

A ampliação do projeto já segue para outras áreas, incluindo Santa Luzia, Independência Mansões e Jardim Tiradentes. A gestão municipal também planeja levar a estratégia para mais bairros, como Cidade Satélite São Luís, Setor Garavelo, Jardim Alto Paraíso, Jardim Monte Serrat, Jardim Olímpico, Jardim Rosa do Sul, Mansões Paraíso, Parque Trindade, Polo Empresarial, Retiro do Bosque, Rosa dos Ventos, Jardim Miramar, Veiga Jardim, Vila Brasília, Vila Maria e Buriti Sereno.

Orientação e participação dos moradores

A Secretaria de Saúde avalia que a tecnologia melhora o planejamento das equipes e ajuda a reduzir o risco de surtos, ao indicar onde o mosquito está presente antes do aumento de casos. A pasta também reforça que o resultado depende da colaboração dentro de casa: eliminar água parada em recipientes, quintais e terrenos diminui criadouros e fortalece a proteção coletiva. Uma etapa essencial para frear o avanço da dengue junto às ações públicas e ao uso de ovitrampas em Aparecida.

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