Juceg aponta crescimento e confirma 100 mil empresas ativas em Aparecida em 2025
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Aparecida de Goiânia ultrapassou a marca de 100 mil empresas em funcionamento e registrou quase 9 mil novos negócios em 2025. O balanço considera empresas de todos os portes e microempreendedores individuais e aponta um crescimento de 21% entre janeiro de 2024 e novembro de 2025, conforme dados da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg). A movimentação colocou a cidade como a terceira que mais abriu empreendimentos no estado no ano, ao lado de Goiânia e Anápolis.
Uma marca que vem do ritmo diário
A expansão já aparece no dia a dia de bairros como Veiga Jardim, Garavelo, Vila Brasília e Cidade Vera Cruz, onde novas placas e portas abertas ficaram mais comuns. Esse movimento ajuda a entender o aumento de empresas ativas em 2025, com negócios de serviço, comércio e também da área industrial.
Os números também mostram um recorte do período mais recente. Aparecida recebeu 1.972 novas empresas entre março e novembro, sem contar MEIs, já na gestão do atual prefeito. O mês de outubro concentrou 254 aberturas — uma média de oito registros por dia. A leitura feita pela administração é que a cidade recuperou condições básicas de funcionamento, sobretudo em zeladoria, iluminação e manutenção urbana, o que pesa na decisão de investimento.
Menos papel, mais rapidez
O ambiente de negócios também ganhou medidas de simplificação. A secretaria de Indústria e Comércio, aponta que a meta é reduzir etapas e tempo de resposta, além disso ampliando o acesso digital a serviços municipais. Entre as ações, o Programa Aparecida Digital levou para o formato virtual mais de 220 atendimentos e tornou digitais os processos abertos na Prefeitura, o que diminui deslocamentos e facilita a rotina de quem empreende.
A estrutura produtiva da cidade segue concentrada em serviços, comércio e indústria. Juntos, os três segmentos respondem por 87% dos 126.732 empregos formais ativos, conforme o Caged com dados de outubro. Esse perfil ajuda a manter o giro econômico, ao passo que abre espaço para negócios que atendem demandas muito específicas do dia a dia.
Um exemplo no Veiga Jardim
Essa lógica aparece em uma oficina e loja de peças de motocicletas aberta em novembro no Veiga Jardim pelos sócios Anathan Santos e Vinícius Castro. Eles decidiram investir no setor de serviços depois de identificar a procura crescente de motociclistas que trabalham com aplicativos de transporte e entregas. A escolha por Aparecida se apoiou na familiaridade com as necessidades locais e na percepção de mercado, ou seja, uma aposta em solução prática para um público que já circula diariamente pela cidade.
Com a marca de acima de 100 mil empresas ativas, o desafio agora passa por sustentar o crescimento com regras claras, serviços ágeis e infraestrutura regular. Para quem empreende e para quem busca emprego, esse movimento tende a influenciar o ritmo econômico de nossa cidade ao longo de 2026, finalmente consolidando um ciclo de abertura que se espalha por diferentes regiões.
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