Gritos e pedidos de socorro levam à prisão por cárcere privado em Aparecida
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A Guarda Civil Municipal (GCM) de Aparecida de Goiânia prendeu em flagrante, na terça-feira (7), um homem suspeito de manter a companheira em cárcere privado e praticar agressões físicas no Setor Aeroporto Sul. A equipe chegou ao endereço após moradores relatarem gritos e pedidos de socorro vindos de dentro da residência.
Denúncia interrompeu a situação
Os vizinhos acionaram a GCM ao perceberem sinais de urgência dentro da casa. No local, a equipe encontrou a vítima com lesões aparentes pelo corpo. A corporação informou que ela relatou restrição de liberdade e agressões constantes, quadro associado à violência doméstica.
De acordo com o relato colhido no atendimento, a mulher disse que o companheiro a mantinha presa no imóvel e a ameaçava. Ela também apontou que os episódios se repetiam havia anos e que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento. A GCM avaliou a situação, além disso adotou medidas imediatas para cessar o risco e proteger a vítima.
Prisão e encaminhamentos
A equipe prendeu o suspeito no local e o levou para a Central Geral de Flagrantes, onde a ocorrência foi apresentada à autoridade policial. A vítima seguiu para o Instituto Médico Legal (IML) para exame de corpo de delito, etapa que registra formalmente as lesões e sustenta a apuração.
A ocorrência foi registrada com enquadramentos ligados à lesão corporal contra a mulher e cárcere privado, conforme a legislação penal. O caso continua sob investigação e deve receber os encaminhamentos legais cabíveis. Em outras palavras, a prisão em flagrante abriu caminho para medidas urgentes de proteção e responsabilização devido a violência doméstica.
Canais de ajuda e orientação
A GCM reforçou que denúncias rápidas podem impedir que um ciclo de violência doméstica avance. Quando houver gritos, pedidos de socorro, ameaça ou agressão, a orientação é acionar as forças de segurança imediatamente. O atendimento da GCM funciona pelo 153 e também pelo WhatsApp (62) 3238-7243. Com isso, vizinhos, familiares e pessoas próximas podem fazer a denúncia e ajudar a interromper situações de risco antes que elas se agravem.
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