Aparecida licenciou 12 loteamentos e destinou 1,2 milhão de m² em 2025
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Aparecida de Goiânia licenciou 12 novos loteamentos em 2025 e deu destino a 1,2 milhão de metros quadrados que estavam sem uso definido. A Secretaria de Planejamento e Regulação Urbana registrou nove empreendimentos residenciais e três voltados à instalação de indústrias. Os projetos se distribuem nos setores Fazenda Santo Antônio, Vila Oliveira, Chácara São Pedro, Residencial Santa Vitória e Fazenda Capão Comprido.
A área licenciada chama atenção pelo tamanho. A Prefeitura compara esse total com o padrão mínimo do Plano Diretor, de 180 m² por lote. Desse modo, o espaço poderia equivaler a cerca de 6,8 mil lotes, se fosse dividido de forma uniforme.
Esse recorte ajuda a dimensionar o impacto da ocupação. Terrenos antes parados passam a receber moradia, comércio e atividade produtiva. A gestão aponta que essa mudança reduz vazios urbanos e pressiona por infraestrutura compatível, ao mesmo tempo em que amplia a oferta de áreas para novos projetos.
O que a Prefeitura atribui ao avanço
A administração municipal relaciona o ritmo de licenciamento a melhorias urbanas feitas ao longo de 2025. A Prefeitura avalia que serviços básicos e manutenção regular influenciam a decisão de investir. Ela sustenta que a cidade ganhou condições mais estáveis para atrair obras e negócios, sobretudo quando melhora iluminação, limpeza e conservação das vias.
A Secretaria de Planejamento e Regulação Urbana também interpreta os dados como sinal de confiança do mercado. Para a pasta, a organização de processos e a previsibilidade do ambiente de negócios favorecem decisões de longo prazo. Além disso, a Prefeitura argumenta que a expansão organizada tende a refletir em emprego e arrecadação, com retorno esperado em serviços públicos.
Dianot entra na conta do setor industrial
Entre os empreendimentos citados, o Distrito Agroindustrial Norberto Teixeira (Dianot) aparece como um dos destaques do período. O projeto é estruturado pelo Governo de Goiás, por meio da Codego. A administração municipal afirma que destravou etapas internas e retirou entraves burocráticos que impediam o avanço. Em seguida, o distrito passou a evoluir em ritmo mais constante.
A expectativa divulgada é atrair cerca de 200 empresas e o investimento estimado chega a R$ 500 milhões. O potencial anunciado é gerar até 30 mil empregos diretos e indiretos ao longo do desenvolvimento. Por outro lado, a Prefeitura reconhece que a expansão exige acompanhamento técnico para garantir mobilidade, redes de água e esgoto, energia e serviços no entorno.
Com as licenças de 2025, os loteamentos viram um termômetro do crescimento urbano na nossa cidade. Por fim, o desafio passa a ser manter regras claras e execução regular para sustentar o ritmo sem sobrecarregar a infraestrutura.
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